As ruas não são tão largas

E o mundo não é tão pequeno

Que as pessoas não possam ver

Tantos desamparados sofrendo.

O mundo não é tão pequeno

Que não possa acolher esses desabrigados

Que fazem de tudo para serem notados

Mas, não despertam atenções

Muito menos, cuidados

Passam pela vida, como se não fossem notados.

A cada dia estreitam-se as calçadas

E crescem as crianças abandonadas

Pobres pequeninos miseráveis

Lixo humano

Descartáveis

Rotulados por trombadinha

Pivetes

E outros, com o mesmo agravo

Que a sociedade, como um todo

Mãe cruel e desalmada

Desenrolou esses seres e
os abandonou, ao acaso.

Pequeninos e miseráveis

Vivendo só, ao relento

Suplicando a Deus clemência

Que olhe  por suas vidas, estagnadas

Pobres crianças sofridas

Pobres crianças abandonadas...

“Este poema é dedicado aos pequeninos, que passam
sua infância nos faróis, nas marquises, nas drogas,
na prostituição e, que infelizmente não tiveram a oportunidade,
o direito de serem apenas crianças”.

 

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