Eu queria um amor assim:

Sem mácula, sem fronteira

Sem limite, sem barreira.

Um amor sem pecado

Sem castigo, sem pudor, sem abrigo.

Um amor sem proibição

Que transmita calor

Que não tenha ambição.

Eu queria um amor assim:

Que me deixe vulnerável

Que ultrapasse o acaso

Um amor não miserável

Que desconheça o fim.

Eu queria um amor assim:

Que trilhasse a cada dia

O longo caminho e certo

Que fizesse fluir a poesia

Em meu mundo deserto e,

Na essência do caminho,

Deixasse nus, os seios encobertos.

Eu queria um amor assim:

Que despertasse a melodia

Que os ouvidos não ouvem mais

Que fosse generoso e explodisse em gozo

No corpo de escultura fugas.

Que fosse coerente, doce, indecente

Como o amor que se sente

Ao relembrar os anos vividos, perdidos

Cujo  tempo, sepultou lá atrás.

Eu queria um amor assim:

Simples, um tanto tímido

Como o olhar do menino
desejando a mulher conquistar.

Um amor eterno e sem vaidade

Que semeie a esperança

E floresça a eternidade.

Um amor sem crendices,
alicerçado na mais pura realidade

Um amor que alforrie a mulher

Da cruel e impiedosa saudade.

Ah, como eu queria...

Um amor que chegasse ao romper da aurora,

No alvorecer
e repousasse em meus braços cansados

Na eterna paz do anoitecer.

Ah, como eu queria...

Um amor simples assim

Como o amor que tenho por você.

 

 

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