Meu Deus!

Sinto a alma afogueada

E em chamas,

O corpo à beira do pecar...

Sinto a navalha do cio

Rasgando-me a carne

E vejo rubro,

O sangue

A tingir a pele

Que por outra grita em silêncio...

Deus!

Eu sei...

Eu não posso...

Mas, o inferno é logo ali

À direita de quem segue em frente

Sem nenhum temor sentir...

O inferno está na face

Nos olhos

Nos lábios

No olhar inocente

Que conquista

Que agita

A loba feroz dentro de mim...

Deus!

Mostra-me o atalho

A estrada

O caminho

Livra-me da chama

Que queima e me chama

Num doce convite, ao trair

Nesse louco e desvairado desejo

Dia a dia a me consumir...

 

 

 

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