


Armo-me!
Sou forte
Sou vida
Sou Canto...
Armo-me!
Nas armadilhas da vida
Contra dor
Contra a amargura
Contra a miséria
Contra a ferida...
Armo-me!
Pois sou na vida, mulher destemida
Faço-me forte, por encanto...
Armo-me sim!
E desarmo-me apenas
Diante, ao seu pranto.

"Este poema é dedicado às mães e
filhos da fome"
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