A areia passa...

Passa a areia e assim se repete o interminável ciclo da vida

Que vai além do nosso próprio tempo

Do nosso real entendimento.

O olhar angustiado

Vigia a lenta areia a mudar de plano

A marcar o tempo

A cobrar respostas.

Vira-se a ampulheta e volta a se contar o tempo

A estreitar os minutos que nos separam da eternidade.

Os anos passam

Passamos nós e a ampulheta continua...

O seu interminável e lento processo de decretar sentenças.


Finalizando, aqui vai com minha poesia,

minhas palmas, meu carinho e meus respeitos.
 


 
Artur Rodrigues
Escritor e editor da Litteris Editora
   
 



 

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