Jaz o poeta

Na lápide fria, sobre as letras, que recentemente escreveu,

e nas mesmas letras, encontrou refúgio e nelas se protegeu.
 

Jaz o poeta

Em meio às flores do paraíso poético,
onde iniciou seu amor pela poesia,

que ao seu caminho iluminou, e hoje, o vento frio,

impiedoso, de repente tudo apagou.
 

Jaz o poeta

Nas letras, agora desoladas sobre as páginas
do livro que não escreveu.

Jaz, na minha saudade, meu grande e amigo poeta
que se foi, e sequer me disse adeus.

 

 

 

11/2009

 

 

 

Estas simples linhas são dedicadas ao meu querido e
saudoso amigo José Correia, que partiu deste Plano,
deixando um vazio muito grande em meu peito.

Veja esta poesia do José Correia

www.simplesmente.poeta.nom.br/amagia/amagia.htm


 

 

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